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Eu, robô |
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Título: Eu, robô Autor: Isaac Asimov Gênero: Ficção Científica Editora: Ediouro Idioma: Português Número de páginas: 320 Ano de Lançamento: 2004 Virou filme? Sim
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Resenha O livro é composto por várias histórias curtas de ficção-científica, ótimas para o lazer, mas também muito estimulantes para o pensamento. No final do século XXI, A Dra. Susan Calvin, que é psicóloga de robôs da empresa US Robôs e Homens Mecânicos S/A, conta para um jornalista os casos mais curiosos envolvendo robôs e ao mesmo tempo aborda a história do desenvolvimento dos robôs humanóides. Nessas histórias que Isaac Asimov, um dos melhores autores do gênero, formula as três leis da robótica: 1- um robô nunca pode prejudicar um ser humano, quer por ação ou omissão. 2- um robô sempre deve obedecer a um ser humano, desde que não contrarie a primeira lei. 3- um robô sempre deve preservar a sua própria existência, exceto se a sua preservação contrariar a primeira e a segunda leis. Todas as histórias do livro envolvem o uso das três leis da robótica e os conflitos e preconceitos que podem advir disso, como os robôs tornarem-se um tipo novo de escravos, ou os dilemas enfrentados pelos robôs ao terem que escolher entre impedir que um ser humano seja ferido ou ser o próprio robô destruído ou ainda ter que permitir um mal menor para evitar um mal maior. Asimov aborda esses dilemas éticos de forma divertida, interessante e instrutiva, pois esses dilemas são também muito humanos. |
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Sobre o autor |
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Isaac Asimov (Isaak Judah Ozimov), em russo Айзек Азимов (Petrovichi, 2 de janeiro de 1920 — Nova Iorque, 6 de abril de 1992), foi um escritor e bioquímico estadunidense, nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica. Quando tinha três anos sua família imigrou para os Estados Unidos, instalando-se no Brooklyn, Nova York. Desde pequeno foi interessado em literatura e ciência, e juntou as duas coisas escrevendo ficção científica. Entrou para a universidade aos 15 anos e aos 18 vendeu sua primeira história para a revista ´Amazing Stories´. Ainda muito jovem, aos 28 anos, descontados os anos em que serviu na Segunda Guerra, Asimov conseguiu seu Ph. D. em bioquímica. Ensinou a matéria entre 1949 e 1958 na Universidade de Boston. Quando publicou seu importante livro didático de bioquímica, já tinha publicado um romance de ficção científica (um de seus mais apreciados, ´Eu, robô´, 1950). A partir de 1958 viveu exclusivamente de escrever, não só romances e contos como também livros de popularização científica, estudos sobre a Bíblia, sobre Shakespeare, humor, história etc, num total de mais de 400. Entre os mais importantes, além dos romances da ´Trilogia Fundação´ (1951-1953), está a ´Enciclopédia biográfica de ciência e tecnologia´ (1964). Escreveu dois volumes de autobiografia. Uma coleção de suas cartas foi publicada em 1995. A obra mais famosa de Asimov é a série Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação, que faz parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com sua outra grande série dos Robôs. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção. No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes e umas 90.000 cartas ou postais, e têm obras em cada categoria importante do sistema de classificação bibliográfica de Dewey, exceto em filosofia. Asimov foi reconhecido como mestre do gênero da ficção científica e, junto com Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, foi considerado em vida como um dos "Três Grandes" escritores da ficção científica. Asimov foi membro e vice-presidente por muito tempo da Mensa, ainda que com falta: ele os descrevia como "intelectualmente combalidos". Exercia, com mais freqüência e assiduidade, a presidência da American Humanist Association (Associação Humanista Americana). Em 1981, um asteróide recebeu o nome de “5020 Asimov” em homenagem a Isaac Asimov. O robô humanóide "ASIMO" da Honda, também pode ser considerada uma homenagem indireta a ele, pois o nome do robô significa, em inglês, Advanced Step in Innovative Mobility, além de também significar, em japonês, "também com pernas" (ashi mo), em um trocadilho linguístico em relação à propriedade inovadora de movimentação deste robô. |
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